Dia 17 de dezembro – Killing The Dance goes to: Apocalypse!

O APOCALIPSE é o último livro da Bíblia Sagrada também conhecido como “revelação divina”, nele esta previsto os acontecimentos antes, durante e depois da volta do messias de Deus, e temas como o céu, o inferno  e o juízo final de todas as pessoas são abordados.  Esta no caso seria a colocação adequada para o apocalipse, porém no decorrer dos tempos a simbologia apocalíptica foi ligada diretamente a questões que de fato são tratadas no livro das revelações, o caos, as guerras e o fim do mundo, este último  no caso é o que esta mais ligado ao termo. Quando se pensa em apocalipse consequentemente pensa-se no fim do mundo certo?

Muito fundamento né? mas é aí que queremos chegar, no fim! nesse apocalypse ficcional, este é o tema da última Killing The Dance do ano, o fim de todos os fins, a revelação final, a última festa, a destruição geral, o fim de um ano de uma maneira devastadora.  A expressão apocalíptica passou a ser usada então, como uma espécie de adjetivo para designar determinados cenários e situações em estado pós-destruição.  Pra gente o interessante é saber como mostrar pra vocês a estética “apocalyptica”, como se vestir e se expressar de uma maneira que passe essa idéia em uma festa com tal tema, parece complicado mais não é, sente só:

Já nos anos 80 o que hoje agente chama de possível estética apocalyptica, no cinema eles chamavam de Mel Gibson & Tina Turner na lendária saga de Mad Max. Corrente, MUITAS correntes, couro, ombreiras, cabelões, e um futurismo desconcertado podem  formar um look inspirado na trilogia de George Miller.

Muito foi feito no cinema sobre o futurismo encontrando o fim do mundo, mas Mad Max sem dúvida é referência absoluta.  No cinema atual uma estética menos exagerada e com referência militar foi adotada no filme O Livro de Eli, este com influência bíblica  desenvolvida subintendidamente durante a trama, mas que é notada na estética e nos looks dos personagens.  A paleta de cores é basicamente, cinza, preto, chumbo, sépia e variaçoes de verde musgo.

Nos acessórios, tachas, correntes, armas, máscaras de oxigênios, binóculos, capacetes e elementos para combate tudo muito inspirado na estética militar.

Na música o destaque apocalíptico vai para duas musas, Rihanna e Kelis.  A primeira consegue sempre, apresentar um look bem pesado, agressivo e extremamente fashion, ela tem até um clipe com influências de guerra, millitarismos num cenário deserto que remete ao um periodo pós apocaliptico.

Já Kelis é uma futurista que sobrevieu ao apocalipse, mas não deixa de mostrar que é uma guerreira, este é o visual que ela passa nessa sua nova fase “Flesh Tone”, pinturas corporais, neon, correntes, vinil, couro, máscaras todo um apocalypse chic.

A maquiagem sempre é a maior salvação pra uma produção, seja ela pra Killing The dance seja ela pra uma outra festa, tanto faz, dessa vez é deixar a imaginação rolar mesmo, afinal quem passa por um período apocalíptico ileso? hein?Use e abuse de escoriações, machucados, cicatrizes, roxos, vergões, venha rasgado, venha sujo, venha detonado! tudo que te traga a sensação de fim! afinal é a última festa do ano né? vamo querbrar tudo sem dó nem piedade! haha.  Espero que essa  listinha de referências possa clarear a cabecinha de vocês na hora de montar o look devastador/destroyer de fim de ano na Killing The Dance ok?

beijo no de vcs :)

L.

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